
Tudo o que marca demora.
Demora até sermos velhos nos braços um do outro.
Os lençóis atirados aos pés da cama e uma manhã por vir.
Tomara.
Tudo o que demora marca.
Não vai embora com o fim da tarde das primaveras.
Fica a ferver-se no salgado do que nasceu para além do vidro baço.
Tudo o que sinto marca e demora.
E as mãos já só pousam uma na outra à procura da ternura e de um pouco de juventude.
Pelo menos.
E usamo-nos do tempo como se não fosse mais parar.
Estivemos além da espera.
Além da verdade.
Porque tu nunca mereceste amar.
As estrelas.
Perdeste os sentidos das imensas cantigas pelo eco das cordilheiras que víamos da janela.
Passavas a mão pelas bochechas perdidas no sorriso que sorria para ti.
E tudo era "pronto...que seja".
Doiê, doiá, tzeió, doiá, derodoiê, doiá.
Ou o corpo ou a alma.
A alma está ausente.
Toma lá o corpo.
Demora até sermos velhos nos braços um do outro.
Os lençóis atirados aos pés da cama e uma manhã por vir.
Tomara.
Tudo o que demora marca.
Não vai embora com o fim da tarde das primaveras.
Fica a ferver-se no salgado do que nasceu para além do vidro baço.
Tudo o que sinto marca e demora.
E as mãos já só pousam uma na outra à procura da ternura e de um pouco de juventude.
Pelo menos.
E usamo-nos do tempo como se não fosse mais parar.
Estivemos além da espera.
Além da verdade.
Porque tu nunca mereceste amar.
As estrelas.
Perdeste os sentidos das imensas cantigas pelo eco das cordilheiras que víamos da janela.
Passavas a mão pelas bochechas perdidas no sorriso que sorria para ti.
E tudo era "pronto...que seja".
Doiê, doiá, tzeió, doiá, derodoiê, doiá.
Ou o corpo ou a alma.
A alma está ausente.
Toma lá o corpo.
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