Eu gosto mais dos dias sós e quietos, como domingos semanais que se esperam, entranham e embalam. Dias fáceis, sem pensamentos nem feitos triunfais. Mais uma vez serenos, reflexos de mim, como me deixas. Sentada no sofá, escutando a aflição dos outros que correm, deixas-me à ternura. Um dia hão-de subir pelas minhas pernas joaninhas. E tu, de longe, acenarás alegre por me veres entregue aos dias que contigo não tive.
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