Nobres caminhos que revolvo sempre que chego cansada aos braços de quem já não mais me quer. Calando-se os sentidos, para o chão atiro sonhos suculentos e futuros certos. Ai quem dera um dia o desejo volte a mim, saudoso e carente. Um qualquer dia bem bailável, a dois, como pede o amor. Quero por momentos nem acreditar, acreditando porém. Quero uma mão para agarrar e um beijo sorrindo. Não espero, só quero e quero muito e tanto. E para mim basta este querer sossegado.
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