Enches as mãos do rosto que é meu,
Dos olhos dormentes cais para algum lugar.
Mais longe que depois dos espaços,
Mais quente que o pousar dos passos,
Inventas-me um nome.
E bebemos um amor sem esforço nem glória,
Ou dois, quando não nos bastamos.
Tristes mas inteiros,
Sinceros.
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