É o mote da perdição
Que nos deixa e nos prende
Um coração sozinho
Um corpo vandalizado
Um ser abandonado
O sorriso na ambição
É o mote da criação
Que nos faz tão bem-aventurados
Um copo partido
Um cigarro fumado
Uma tela molhada
O sorriso na vontade.
É o mote do medo
Que nos quer tão longe e tão perto
Uma cidade vizinha
Um beijo não dado
Uma corda no pescoço
O sorriso na calada.
É o mote da saudade
Que não quer que a matem
Uma contagem decrescente
Um abraço que não se deu
Um país enterrado
O sorriso na ansiedade.
É o mote da ilusão
Que nos deixou além de nós
Uma história contada
Um olhar de criança
Um copo vazio
O sorriso na verdade.
Que nos deixa e nos prende
Um coração sozinho
Um corpo vandalizado
Um ser abandonado
O sorriso na ambição
É o mote da criação
Que nos faz tão bem-aventurados
Um copo partido
Um cigarro fumado
Uma tela molhada
O sorriso na vontade.
É o mote do medo
Que nos quer tão longe e tão perto
Uma cidade vizinha
Um beijo não dado
Uma corda no pescoço
O sorriso na calada.
É o mote da saudade
Que não quer que a matem
Uma contagem decrescente
Um abraço que não se deu
Um país enterrado
O sorriso na ansiedade.
É o mote da ilusão
Que nos deixou além de nós
Uma história contada
Um olhar de criança
Um copo vazio
O sorriso na verdade.




